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Mês de janeiro tem o menor saldo de empregos nos últimos 5 anos em Batatais

Segundo dados do Novo Caged divulgados nesta terça-feira (3/3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, no mês de janeiro deste ano as empresas de Batatais admitiram 713 trabalhadores e desligaram 720 tendo um saldo negativo de 7 vagas de empregos. Do total de trabalhadores contratados 402 são homens e 318 mulheres. Os dados apontam ainda que no mês de janeiro houve a admissão de 30 jovens aprendizes e o desligamento de 13 desligamentos.
Comparado o saldo de empregos com os anos de 2021 a 2025, observa-se que o mês de janeiro foi o pior de todos os períodos. Em 2021 município teve um saldo positivo de 228 empregos, em 2022 teve 134 novos postos de trabalho criado, em 2023 o saldo positivo foi de 131 empregos, em 2024 foi de 208 e em 2025 foi criado 134 novos empregos.
Os setores que mais geraram desligamentos no mês de janeiro deste ano foram o setor de serviços que teve um saldo negativo de 24 funcionários, a agropecuária com um saldo negativo de 6 funcionários e o comércio com o saldo negativo de 4 funcionários. Os setores da construção civil geraram 22 novos postos de trabalho e a indústria 5. A média de tempo de emprego dos trabalhadores desligados foi de 23,3 meses.
O estoque de empregos até janeiro deste ano nas empresas de Batatais é o seguinte: indústria com 6.696 empregos, serviços com 6.181 empregos, comércio com 4.185, agropecuária com 780 e a construção civil com 264 trabalhadores.

ANÁLISE BRASIL:
O Brasil gerou 112.334 novos empregos com carteira assinada em janeiro de 2026, resultado de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos. Os dados são do Novo Caged e foram divulgados nesta terça-feira (3/3), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Unidades Da Federação – Em janeiro deste ano, 18 das 27 unidades da Federação tiveram saldos positivos. Os destaques foram Santa Catarina, com 19 mil postos, Mato Grosso (18.731), Rio Grande do Sul (18.421) e Paraná (18.306), o Estado de São Paulo (16.451).
Regiões – O desempenho positivo foi observado nas cinco regiões do país. A região com maior número de novos empregos formais em janeiro de 2026 foi a Sul, com saldo de 55,7 mil, seguida pela Centro-Oeste, que registrou 35,4 mil, e a Sudeste, com 13,3 mil vagas. A região Nordeste apresentou saldo positivo de 6,1 mil postos, enquanto na Norte foi de 1,7 mil.
Grupos Econômicos – No primeiro mês do ano, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. A Indústria liderou, com a abertura de 54.991 postos. Em seguida aparecem os setores da Construção (50.545), de Serviços (40.525) e da Agropecuária (23.073). O número de empregos com carteira assinada criados em todo o país só não foi maior porque, em decorrência da sazonalidade no pós-festas de fim de ano, verificou-se um saldo negativo no Comércio, de 56.800 postos.
Grupos Populacionais – No recorte populacional, os homens ocuparam, em janeiro, a maioria das vagas formais geradas no país. Eles foram responsáveis por preencher 94,53 mil postos, enquanto as mulheres ocuparam 17,79 mil vagas. Na análise por faixa etária, adolescentes e jovens de até 24 anos ocuparam 99,5% dos postos: 111,80 mil vagas. Levando-se em conta o nível de escolaridade, as pessoas com nível médio completo foram as que mais preencheram vagas em janeiro (69,61 mil), seguidas daquelas com nível médio incompleto (12,76 mil). No quesito raça, a maior parte dos postos foi preenchida por pessoas pardas (76,56 mil), seguidas das brancas (33,56 mil), pretas (13,21 mil) e indígenas (4,16 mil).
Salários – O salário médio real de admissão em janeiro foi de R$ 2.389,78, uma variação positiva de R$ 77,02 (+3,3%) em relação a dezembro do ano passado (R$ 2.312,76). Em comparação com janeiro de 2025, o aumento foi de R$ 41,58 (+1,77%).